Carretera Austral
Rípio, lagos, montanhas e travessias que mudam completamente o ritmo da viagem.
Uma expedição de moto saindo de Curitiba até o fim da Ruta 7, cruzando Brasil, Argentina, Chile e Uruguai. Carretera Austral, Capelas de Mármore, Villa O'Higgins, Torres del Paine e milhares de quilômetros de estrada.
Uma experiência imersiva sobre duas rodas, desenhada para quem já tem estrada no currículo e quer enfrentar a Patagônia com responsabilidade, técnica e espírito de aventura. Teremos longos deslocamentos, rípio, vento lateral, mudanças bruscas de clima, balsas, fronteiras, isolamento e trechos que exigem leitura de terreno, resistência física e tomada de decisão.
Esta não é uma viagem indicada para piloto iniciante e não deve ser a primeira grande viagem de moto de ninguém. O nível mínimo esperado é intermediário a avançado, com experiência prévia em viagens de longa distância e domínio da própria motocicleta em diferentes condições de piso.
Experiência comprovada em viagens de longa distância.
Nível de pilotagem intermediário ou avançado, incluindo segurança no rípio.
Motocicleta adequada para expedição, revisada e compatível com o terreno.
Pneus apropriados, em excelente estado e escolhidos considerando asfalto, rípio, chuva e baixas temperaturas.
Boa condição física e apresentação de atestado ou laudo médico de aptidão para a viagem antes da saída.
Maturidade para seguir decisões coletivas de segurança quando clima, estrada ou logística exigirem mudança de plano.
A pré-reserva não garante participação. O perfil do motociclista, sua experiência, moto e preparação serão avaliados antes da confirmação.
Agora a visão pública da rota aparece em formato visual: saída de Curitiba, imersão na Carretera Austral, passagem por Torres del Paine e retorno estratégico ao Brasil. O roadbook completo, as decisões de rota, logística detalhada, hotéis, postos e surpresas seguem reservados ao Book, Guia e participantes confirmados.
Uma leitura macro e emocional da expedição, desenhada para comunicar a grandeza da rota sem revelar gratuitamente toda a inteligência do projeto.
Sequência exata dia a dia, autonomia, hotéis, travessias, fronteiras, pontos de abastecimento, timing operacional, surpresas e planos B.
O mapa público mostra apenas a arquitetura geográfica da expedição. O valor do projeto está no que não aparece aqui: decisões de rota, logística, autonomia, contingências e curadoria operacional — conteúdo reservado ao Book, Guia e participantes confirmados.
O mapa público mostra o sonho. O material completo entrega a operação necessária para fazer a viagem com método e segurança.
O roadbook abaixo reúne o planejamento completo do Dia 1 ao Dia 21, com quilometragem, horários, combustível, travessias, hospedagem e pontos críticos. Clique em cada dia para expandir.
~1.100 km
Esse será um dos três grandes dias da viagem. As referências atuais colocam Curitiba–Uruguaiana em aproximadamente 1.100 km.
Saída: 04h30
Meta de chegada: 19h–20h
Rota que eu adotaria:
Curitiba
→ Lapa
→ União da Vitória
→ Erechim
→ Passo Fundo
→ Carazinho
→ Ijuí
→ São Luiz Gonzaga
→ São Borja
→ Uruguaiana
Não vamos explorar os 30 litros até o limite. Minha regra para toda a viagem será:
250–300 km = procurar abastecimento.
Sugestão:
Curitiba: tanque cheio
Passo Fundo/Carazinho: abastecer
Ijuí/São Luiz Gonzaga: abastecer
São Borja: completar
Uruguaiana: completar novamente para o dia seguinte
O primeiro dia é endurance, não turismo.
Em Uruguaiana:
hotel simples
estacionamento fechado
próximo à saída da cidade
restaurante próximo.
Sem atravessar a cidade desnecessariamente.
~800–850 km
Aqui entra a primeira grande mudança que fizemos em relação ao seu roteiro original.
Em vez de parar em Campana/Zárate, você continua mais para oeste.
Rota:
Uruguaiana
→ Paso de los Libres
→ RN14
→ Concordia
→ Ceibas
→ Zárate
→ Luján
→ Chivilcoy
Saída: 06h00
Chegada prevista: 17h–18h
É um excelente segundo dia porque ainda estamos em deslocamento puro.
Paso de los Libres: tanque cheio após fronteira
Concordia: abastecer
Zárate/Luján: abastecer
Chivilcoy: completar
Procure hotel na saída oeste de Chivilcoy, não no centro histórico.
Objetivo:
dormir
comer
abastecer
sair cedo.
~900–950 km
Esse fica muito mais equilibrado do que sair de Zárate.
Rota provável:
Chivilcoy
→ região de Pehuajó
→ Santa Rosa
→ General Acha
→ Chacharramendi
→ Catriel
→ Neuquén.
General Acha é abastecimento obrigatório.
Na rota entre Neuquén e Buenos Aires, por exemplo, há referência atual a um setor de aproximadamente 286 km sem postos entre a região do entroncamento da RN151/RP20 e Chacharramendi.
Na prática:
Chivilcoy: cheio
Santa Rosa: abastece
General Acha: abastece obrigatoriamente
Catriel: abastece
Neuquén: completa
Saída: 05h30
Esse é outro dia em que eu quero você no hotel antes de escurecer.
~460 km
Agora muda completamente a filosofia.
Neuquén
→ Arroyito
→ Piedra del Águila
→ Villa La Angostura.
Saída: 08h00
Neuquén: cheio
Piedra del Águila: abastece
Villa La Angostura: completa.
Nada de pressa.
Eu faria almoço no caminho e chegaria à Villa La Angostura durante a tarde.
É seu primeiro dia de recuperação depois de aproximadamente 2.900 km em três dias.
Esse é um dia em que quilometragem engana.
Você terá:
Villa La Angostura
→ Paso Cardenal Samoré
→ Entre Lagos
→ Osorno
→ Puerto Montt
→ Caleta La Arena
→ ferry
→ Caleta Puelche
→ Hornopirén.
O Paso Cardenal Samoré é a passagem natural Villa La Angostura–Chile. Em períodos de inverno ele opera com horários reduzidos, razão pela qual em novembro eu confirmaria novamente o horário alguns dias antes.
Saída: 06h30.
A prioridade é chegar a Hornopirén sem correr contra a noite.
Villa La Angostura
Osorno
Puerto Montt
Hornopirén.
Em Hornopirén:
tanque completamente cheio antes de dormir.
Esse não é um dia rodoviário.
É o dia da Ruta Bimodal.
O serviço atualmente publicado pela Somarco para março–dezembro é:
Hornopirén → Leptepu: 10h30
navegação aproximada: 3h30
trecho terrestre Leptepu → Fiordo Largo
Fiordo Largo → Caleta Gonzalo: 15h00
segunda travessia: aproximadamente 45 minutos.
Ou seja:
Hornopirén
→ balsa
→ Leptepu
→ moto
→ Fiordo Largo
→ balsa
→ Caleta Gonzalo
→ Chaitén.
Reservar a moto antecipadamente.
A tarifa publicada atualmente para motocicletas na rota subsidiada é CLP 8.900, mas valores e horários precisam ser novamente conferidos antes da viagem.
Chegando a Chaitén:
abastece
janta
dorme.
~420 km
Aqui começa a Carretera Austral de verdade.
Chaitén
→ Villa Santa Lucía
→ La Junta
→ Puyuhuapi
→ região de Queulat
→ Villa Mañihuales
→ Coyhaique.
Esse dia não é para se preocupar com velocidade média.
Eu consideraria 8–10 horas de viagem, mesmo tendo pouco mais de 400 km.
Por quê?
rípio
paradas para fotografia
animais
chuva
obras
vento
paisagem.
Chaitén: cheio
La Junta: abastece
Puyuhuapi: completa se possível
Coyhaique: cheio.
~218 km
Um dos melhores dias da viagem.
Coyhaique
→ Villa Cerro Castillo
→ Puerto Río Tranquilo.
A Carretera Austral coloca Villa Cerro Castillo por volta do km 702 e Puerto Río Tranquilo no km 824.
Saída: 09h00.
Aqui eu quero uma média baixa.
Muitas paradas.
Coyhaique: cheio
Cerro Castillo: se houver combustível disponível, completa
Puerto Río Tranquilo: abastece.
Zero obrigação de quilometragem.
Durma duas noites em Puerto Río Tranquilo.
Minha preferência:
passeio pela manhã.
O grande adversário ali é o vento no Lago General Carrera.
Se as condições estiverem boas:
faz o passeio cedo.
Depois:
almoço
descanso
revisão visual da moto
pressão dos pneus
corrente de bagagem
parafusos de malas/protetores
limpeza de viseira.
Se o passeio da manhã for cancelado, você ainda tem margem durante o dia.
~400 km
Esse é um verdadeiro dia de expedição.
Puerto Río Tranquilo
→ Puerto Bertrand
→ Cochrane
→ Puerto Yungay
→ ferry Fiordo Mitchell
→ Río Bravo
→ Villa O'Higgins.
Puerto Río Tranquilo: cheio
Cochrane: obrigatório
Villa O'Higgins: completar.
O material oficial/local de Villa O'Higgins identifica combustível em Puerto Río Tranquilo, Cochrane e Villa O'Higgins.
Entre Puerto Yungay e Río Bravo existe a travessia do Fiordo Mitchell.
A documentação disponível descreve cerca de 132 km entre Cochrane e Puerto Yungay e aproximadamente 100 km entre Río Bravo e Villa O'Higgins, além da travessia.
Horário deve ser reconfirmado para novembro.
Foto clássica:
Fin de la Carretera Austral.
E dormir em Villa O'Higgins.
~230 km rodoviários + ferry
Aqui você simplesmente desfaz parte da rota.
Villa O'Higgins
→ Río Bravo
→ ferry
→ Puerto Yungay
→ Cochrane.
Saída sem pressa, mas sincronizada com a balsa.
Dormir em Cochrane é importante porque o dia seguinte exige atenção.
~450 km
Para mim este será o dia mais técnico da viagem.
Cochrane
→ Ruta X-83
→ Paso Roballos
→ Argentina
→ RP41
→ ligação com Ruta 40
→ Gobernador Gregores.
O Paso Roballos está atualmente publicado com funcionamento 08h00–20h00.
07h00.
Quero você na fronteira cedo.
Cochrane: tanque absolutamente cheio.
Não conte com combustível intermediário como premissa operacional.
Se Roballos estiver fechado:
Cochrane
→ Chile Chico
→ Los Antiguos
→ Argentina.
Esse é um dos motivos pelos quais eu não faria reserva não reembolsável em Gobernador Gregores.
~300–330 km
Depois do Paso Roballos esse será quase um descanso.
Saída por volta das 09h.
Sem visita ao Glaciar Perito Moreno, conforme definimos.
Chegada cedo a El Calafate.
Boa oportunidade para:
lavar minimamente a moto
lubrificar componentes necessários
lavar roupa
organizar bagagem
descansar.
~350 km
El Calafate
→ Esperanza
→ região de Río Turbio
→ fronteira
→ Puerto Natales.
Saída: 08h00.
Dia relativamente curto, mas existe imigração Chile/Argentina.
Chegando a Puerto Natales:
abastece
check-in
janta cedo.
Duas noites no mesmo hotel.
Esse permanece intocável.
E concordo com você: mesmo já conhecendo, estando ali seria um desperdício não retornar.
Sugestão de circuito:
Puerto Natales
→ Cerro Castillo
→ Laguna Amarga
→ Laguna Azul
→ Cascada Paine
→ região Nordenskjöld
→ Salto Grande
→ Lago Pehoé
→ Lago Grey
→ Puerto Natales.
Não estabeleceria número rígido de quilômetros.
O objetivo é um dia inteiro dentro do parque.
De manhã, avalie principalmente vento.
Com GS carregada e rajadas patagônicas, não existe vergonha nenhuma em reduzir violentamente a velocidade.
~823 km
Agora voltamos para o modo deslocamento.
As referências atuais dão aproximadamente 823 km rodoviários entre Puerto Natales e a cidade de Perito Moreno.
É um dia longo porque haverá:
fronteira
vento
Ruta 40
poucos serviços.
Saída: 05h30–06h00.
Não é um dia para começar depois do café às 9h.
Puerto Natales: cheio
abastecimento assim que entrar novamente na Argentina
Gobernador Gregores/região: completa
Bajo Caracoles: não passe por oportunidade confiável
Perito Moreno: cheio.
827 km
Esse trecho está muito bem documentado.
Rota atual:
Perito Moreno
→ Río Mayo
→ Gobernador Costa
→ Tecka
→ El Bolsón
→ Bariloche.
Distância aproximada: 827 km.
Existe uma informação especialmente importante:
depois de Río Mayo há aproximadamente 233 km sem postos na rota indicada.
Portanto:
Perito Moreno: cheio
Río Mayo: obrigatório
Tecka: abastece
El Bolsón: abastece
Bariloche.
Saída: 06h00.
~430 km
Agora um dia curto propositalmente.
Bariloche
→ Piedra del Águila
→ Neuquén.
Você provavelmente estará acumulando bastante fadiga.
Não usaria esse dia para tentar ganhar mais 300 km.
Chega cedo a Neuquén.
Banho, jantar e sono.
Porque o dia seguinte será enorme.
~1.140 km
Aqui eu faria exatamente o que você sugeriu: Buenos Aires substitui Viejo Molino.
A distância rodoviária atual está na faixa de 1.137–1.143 km.
Rota:
Neuquén
→ General Acha
→ Santa Rosa
→ Pehuajó
→ Luján
→ Buenos Aires.
Saída: 04h30–05h00.
Neuquén
General Acha
Santa Rosa
Pehuajó
Buenos Aires.
O mesmo corredor apresenta um trecho de cerca de 286 km sem combustível em determinada seção, então esse continua sendo um trecho em que eu trataria cada posto grande como oportunidade.
Aqui eu mudaria minha filosofia habitual.
Normalmente escolheríamos hotel perto da saída da cidade.
Neste caso não.
Seu compromisso do dia seguinte é o porto.
Portanto quero você em:
Microcentro / Retiro / extremo norte de Puerto Madero.
Idealmente a menos de 1 km do terminal.
Há várias opções econômicas nessa região. As buscas atuais mostram hotéis simples na faixa do Microcentro a cerca de 0,4–0,9 km do terminal.
Uma opção simples que aparece atualmente na região é o Hotel Waldorf.
Outra opção econômica próxima é o HTL Urbano Buenos Aires Hotel.
Mas eu só reservaria depois de confirmar diretamente garagem/estacionamento seguro para a moto.
Para esse pernoite eu aceitaria pagar R$ 100–200 a mais para não deixar a GS exposta na rua.
Esse dia é muito interessante.
Não escolheria a primeira balsa do amanhecer.
Quero margem.
A Buquebus informa atualmente que o check-in abre cerca de 2 horas antes e recomenda essa antecedência; viajantes com veículo precisam apresentar documentação do veículo e passagem de bodega.
E está confirmado que motocicletas podem viajar na bodega entre Buenos Aires e Colonia.
Minha preferência:
balsa entre 09h e 11h, dependendo da grade de novembro.
Assim você:
acorda descansado
toma café
abastece
chega ao terminal com duas horas
faz imigração sem stress.
Colonia del Sacramento
→ Ruta 1
→ contorno de Montevideo
→ interior do Uruguai
→ Melo / região
→ Jaguarão.
Esse ainda será um dia longo.
Não faça turismo em Colonia desta vez.
A balsa é parte da estratégia logística.
~1.050 km
Último grande tiro.
Jaguarão
→ Pelotas
→ Porto Alegre
→ BR-290/BR-101 conforme rota
→ Santa Catarina
→ Curitiba.
Saída: 05h00.
Aqui mantemos exatamente sua filosofia:
você já está voltando para casa.
Não existe motivo para perder mais uma noite em Porto Alegre se estiver descansado e as condições forem boas.
Mas deixaria uma regra:
se chegar à região de Porto Alegre excessivamente cansado ou encontrar chuva forte, aborta e dorme.
Não existe prêmio por fechar os 1.000 km.
A landing page revela apenas algumas referências visuais. Parte dos locais, desafios e experiências ficará como surpresa — e será entregue no Book/Guia ou vivida junto com o grupo.
Rípio, lagos, montanhas e travessias que mudam completamente o ritmo da viagem.
Um dos pontos icônicos estará no roteiro — mas os melhores horários e a estratégia ficam no Guia.
Algumas paradas estão planejadas para surpreender até quem já conhece a Patagônia.
Os melhores pontos, hotéis, restaurantes, postos, travessias e desafios fazem parte da experiência paga.
Quero desbloquear o roteiroEsta é uma expedição internacional com múltiplas entradas e saídas entre Brasil, Argentina, Chile e Uruguai. A documentação deve estar organizada antes da partida e será novamente conferida próximo da viagem, pois regras migratórias, sanitárias e de seguros podem mudar.
A regra operacional será simples: antes de entrar no Chile e no Uruguai, consumir, descartar ou declarar qualquer alimento de risco. O Chile, por meio do SAG, exige declaração de produtos vegetais e animais e pode inspecionar bagagem manualmente, por raio X ou brigada canina.
Para esta rota patagônica, a febre amarela não é tratada como requisito normal de entrada na Argentina ou Uruguai e não há risco de febre amarela no Chile; ainda assim, recomendamos viajar com o calendário vacinal atualizado e levar o CIVP caso já possua.
Como a expedição exige aptidão física e isolamento em alguns trechos, cada participante deverá apresentar atestado/laudo médico de aptidão antes da saída e viajar com medicamentos de uso contínuo acompanhados de receita.
Um recorte visual e objetivo para ajudar no planejamento. Base de cálculo: cerca de 11.500 km, hospedagem simples, alimentação sem luxo, combustível para big trail, balsas e entradas principais.
Hotéis simples, limpos, com foco em praticidade nos dias longos de deslocamento.
Baseada em 11.500 km e média estimada de 18 km/l, com margem para vento, rípio e desvios.
Faixa enxuta para café, almoço, jantar e pequenos lanches ao longo da rota.
Reserva para SOAPEX, Carta Verde, seguro/apoio documental e pequenas taxas.
Inclui travessias principais da Carretera e reserva para Buenos Aires → Colonia com moto.
Entradas e experiências como Torres del Paine, Capelas de Mármore e outros opcionais.
A intenção do projeto é permitir três níveis de acesso: estudar a viagem, receber a operação completa ou pilotar junto.
Conteúdo visual e estratégico para quem quer conhecer o projeto, entender a lógica da viagem e se inspirar para montar sua própria aventura.
Para quem quer executar a viagem com a inteligência do projeto sem precisar partir do zero.
Valor-base estimado por motociclista para 21–22 dias de expedição acompanhada. Esta edição terá no máximo 7 pilotos.
A expedição nasceu como uma viagem de moto e poderá receber alguns parceiros de estrada que tenham perfil compatível com o desafio.
Importante: esta etapa é somente uma pré-reserva de interesse. Não há cobrança agora. As condições finais, critérios de participação e orientações para confirmação serão enviados na sequência. O valor-base estimado para participação é de R$ 5.500 por pessoa e esta edição terá máximo 7 pilotos. A planilha detalhada de custos será entregue 1 mês antes da viagem.
Argentina: Migraciones / Argentina.gob.ar e SENASA. Chile: SAG, CONASET/SOAPEX e CONAF/Pases Parques. Uruguai: Dirección Nacional de Aduanas e MGAP. Balsas: Transportes del Estuario e Somarco. Valores de passeios foram usados apenas como referência de planejamento e serão reconfirmados antes da viagem.